quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Simpósio do Dia Mundial de Saúde Sexual - Curitiba-PR - 2016

Alguns flashes do evento do Dia Mundial de Saúde Sexual em Curitiba-PR . O evento foi um sucesso e contou com a participação de 170 pessoas.
Pelo quinto ano consecutivo o Paraná foi palco da atividade de comemoração do Dia Mundial de Saúde Sexual. O evento é promovido pela Associação Mundial para a Saúde Sexual (WAS - World Association for Sexual Health). A COORDENAÇÃO GERAL PARA O BRASILl dos eventos comemorativos do Dia Mundial da Saúde Sexual está sob a responsabilidade da representante da WAS, a médica Jaqueline Brendler. A COORDENAÇÃO NO ESTADO DO PARÁNA está sob a responsabilidade da Profa. Dra Cláudia Bonfim- Faculdade Dom Bosco – Cornélio Procópio-PR). Em Curitiba, o apoio para a realização e Co-coordenação do evento é da Profa. Sandra Regina Kmita (Coordenadora de Pólo - do Centro Universitário Internacional – UNINTER). A realização e organização do evento do Dia Mundial da Saúde Sexual em Curitiba-PR, é do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação e Sexualidade (GEPES PET MEC FDB). O Gepes Mec é um grupo PET financiado pelo Ministério da Educação, dentro do Programa de Educação Tutorial e tem apoio do FNDE , participaram como comissão organizadora os petianos Allan Jonese Eduardo Benez. . E a petiana Adriana Lopes.
A sede do grupo é Faculdade Dom Bosco de Cornélio Procópio-PR.
Ainda integraram a Comissão Organizadora o Professor da UNINTER o Professor Dorival da Costa - coordenador do Curso de Serviço Social e a professora Marineiva Melo.
O evento foi realizado no dia 29 de agosto de 2016, às 19h, no Centro Universitário Internacional - UNINTER, Campus Carlos Gomes, Curitiba-PR.
O tema geral da mesa redonda foi "Desconstruindo Mitos Sexuais" os palestrantes da versaram sobre:
- Desenvolvimento psicossexual na infância: mitos sexuais que permeiam a desigualdade de gênero
- Profa. Dra Cláudia Bonfim (GEPES - Faculdade Dom Bosco – Coordenadora do DMSS-PR)
- Desconstruindo mitos sexuais e preconceitos de gênero: a inserção da mulher na carreira militar
- Sldo. Polícia Militar do Paraná Adriana Cristina Dias Lopes (GEPES-PET-MEC- FDB) Adriana Lopes
- Subtenente do Exército José Passos Alves Passos Alves
- 3º. Sgt. do Exército Lucimara Andréia Markus Lucimara Markus
- Profa. Dra Cláudia Bonfim (Coordenadora do Dia Mundial de Saúde Sexual no Paraná)

























Some event flashes of World Sexual Health Day in Curitiba-PR. The event was a success and had the participation of 170 people.
For the fifth consecutive year the Paraná hosted the celebration activity of the World Sexual Health Day. The event is sponsored by the World Association for Sexual Health (WAS - World Association for Sexual Health). THE GENERAL COORDINATION FOR Brazil of events commemorating the World Sexual Health Day is the responsibility of the representative of WAS, medical Jaqueline Brendler.
COORDINATION the state of PARANÁ is under the responsibility of Professor. PhD. Claudia Bonfim - School Don Bosco - Procopio Cornelio-PR). In Curitiba, the support for the implementation and co-coordinating the event is the Professor. Sandra Regina Kmita (Pole Coordinator - International University Center - UNINTER). The performance and event organization of World Sexual Health Day in Curitiba-PR, is the Group of Studies and Research in Education and Sexuality (GEPES PET MEC FDB). The Gepes Mec is a PET group funded by the Ministry of Education within the Tutorial Education Program and is supported by the ENDF, participated as the organizing committee petianos Allan Jones and Eduardo Benez. . And petiana Adriana Lopes.
The headquarters of the group is Don Bosco College of Cornelius-PR.
Also joined the Organizing Committee Professor of UNINTER Professor Dorival da Costa - Course coordinator Social Service and Marineiva Melo teacher.
The event was held on August 29, 2016 at 19h at the International University Center - UNINTER Campus Carlos Gomes, Curitiba-PR.
The general theme of the round table was "Deconstructing Sexual Myths" of the speakers were about:
- Psychosexual development in childhood: Sexual myths that pervade gender inequality
- Professor. PhD. Claudia Bonfim (GEPES - School Don Bosco - DMSS-PR Coordinator)
- Deconstructing sexual myths and gender bias: women's insertion in the military
- Sldo. Military Police of Paraná Adriana Cristina Dias Lopes (GEPES-PET-MEC- FDB) Adriana Lopes
- Army Warrant Officer José Passos Alves
- 3rd. Sgt. Army Lucimara Andreia Markus
- Professor. Phd. Claudia Bonfim (Coordinator of World Sexual Health Day in Paraná)

A escola e as manifestações da sexualidade

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Estereótipos de Gênero e Violência contra a Mulher

Ainda sem muita intimidade com o vídeo, mas fiz pra vocês com todo carinho nosso primeiro vídeo post sobre o tema "Estereótipos de gênero e violência contra a mulher". Espero que gostem e me dêem um retorno. Vejam ai e obrigada pelo carinho de vocês para com o nosso trabalho.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Basta de violência contra a mulher!!! Pelo fim da desigualdade de gênero e da cultura do estupro!




Quando educarmos homens e mulheres para serem humanos e viverem uma sexualidade pautada no afeto, talvez ao invés de formamos machos, tenhamos homens de verdade, que deixem de viver uma sexualidade animal e tratarem a mulher como mero objeto sexual.
O estrupo é crime hediondo e uma perversa patologia, fruto de uma cultura machista e de uma sociedade onde o sexo tornou-se uma busca desenfreada, promíscua, animalizada, desumanizada, sem referências éticas e estéticas. É urgente quebrarmos a naturalidade com a violência contra a mulher é encarada na sociedade. 
Avançamos em tantos aspectos tecnológicos e retrocedemos cada dia mais nos aspectos humanos, passou da hora de romper com essa cultura que consolida os esteriótipos  e preconceitos de gênero na sociedade. E nesse sentido, o ordenamento jurídico pode e deve contribui ao criar Leis mais severas como a do feminicídio, nesses casos sou favorável à pena de morte, pois atingimos o caos social, a barbárie está instalada. Mas a Lei, no máximo coibe e pune, a prevenção se dá na e através da Educação. Mais do nunca, é urgente uma educação sexual emancipatória, pautada no conhecimento científico, em casa, na escola, na igreja, em todos os espaços sociais. 
É emergencial um diálogo crítico sobre às desigualdades e violência de gênero, sobre a dualidade com se educam meninos e meninas; ensina-se o menino para ser sexual desde pequeno, cultua-se o "falo" como símbolo de poder, quantas vezes já ouvi a frase "esse vai ser o terror da mulherada", "esse vai ser macho", "esse vai pegar todas", resultado temos ai diversos sociopatas, que tem a mulher como mero objeto de satisfação sexual e do seu ego.Já as meninas se ouve: "essa vai ser uma excelente esposa", "ela é a doçura em pessoa" e reprimem suas sexualidades, ensinam a menina a ser bondosa, compreensiva, tolerante. Resultado: temos mulheres passivas, submissas, demasiadamente afetivas e depressivas, com baixa auto estima e uma sexualidade reprimida. Ainda não encontramos o ponto de equilíbrio para educar sexualmente. De um lado temos ainda uma educação repressiva e de outro, uma educação pós-moderna sem qualquer limites éticos e estéticos, cuja liberalidade atingiu ares de promiscuidade. Ainda educa-se a menina para cuidar-se, como se a sexualidade do homem fosse incontrolável, e não é,  homens não são predadores, são animais racionais, ainda que a primeira marca da sexualidade seja impulsiva, instintiva, somos seres humanos, dotados de razão e subjetividade e nossa sexualidade precisa de humanidade, e é, o carinho, o afeto, o respeito que a humaniza, devíamos educar os meninos para o respeito. No entanto, essa cultura machista naturaliza a violência e acaba deixando espaço ao estupro como consequência dessa desumanização do homem, culpabilizando a vítima pela agressão sofrida. Nada, absolutamente nada justifica esse crime. A culpa não é do homem enquanto ser em si, mas da educação, da cultura, da sociedade que em vez de humanizar sua sexualidade, a desumaniza. Inclusive as vestimentas  e comportamentos são marcas culturais implícitas nas questões de gênero de cada sociedade e não devem ser usadas como pseudo justificativa para nenhuma forma de violência ou desigualdade sexual ou social. Não podemos esquecer que a indústria cultural reforça ainda mais essa cultura, seja através das propagandas, das novelas, da indústria pornográfica, da prostituição, das músicas que são difundidas e e reproduzidas como todas naturaliza, cujas mensagens incitam à violência e são sem dúvida, por si só, violências simbólicas contra a mulher.
Como educadora sexual, sexóloga,  vejo o quão distante grande parte dos educadores ainda se colocam dessas questões, enquanto isso, enquanto não reconhecermos nosso papel social vamos continuar sendo, mesmo que inconscientemente legitimadores dessas violências, desses estereótipos excludentes, impostos histórica e culturalmente na nossa sociedade. Sonho e luto com dia que juntos, homens e mulheres, reescreverão uma nova história de nossas sexualidades, pautada na afetividade, no respeito mútuo, no prazer, na liberdade e na igualdade. Como educadores  e educadoras, é inegável, que podemos sim, dar uma significativa contribuição para mudar essa desumana realidade.  (Profa. Dra Cláudia Bonfim)

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Memórias sobre o envelhecer de meu Pai


Envelhecer. Já pararam pra pensar na beleza dessa possibilidade? Nem todas as pessoas conseguem atingir a plenitude e a maturidade da terceira idade, muito menos aprender a ser mais cuidadoso consigo, com o outro(a), a encarar o envelhecimento como o privilégio de crescimento, de enriquecimento, de poder desfrutar da vida em seus diversos momentos.
Envelhecer deveria ser olhado como um presente, são tantos laços que no decorrer dos anos vão enfeitando a vida da gente, são tantas dores superadas, tantas vitórias conquistadas, tantos amores vividos, tantos afetos divididos. Mas numa sociedade que prioriza o momentâneo, o “belo”, a vitalidade física, descarta-se a velhice, desconsidera-se o valor da história que foi construída para aquela e tantas outras (suas e nossas) vidas. É tão dolorido ver esse olhar de descaso às pessoas que tanto fizeram por esse mundo, por nós.
Eu tive o prazer de ver meu pai envelhecer, não tanto quanto gostaria, mas Deus nos deu a oportunidade poder ajudar a cuidar dele na sua convalescença, de poder ouvir suas histórias, garimpar suas memórias, dividir suas dores, seus valores, suas alegrias, seu amor pela família, seus aprendizados. Mas isto, só me fez ver, mais claramente, o quanto grande parte das pessoas não tem esse comprometimento, nem essa gratidão por aqueles que lhe ajudaram de alguma forma a ser quem eles são.
Foi árdua a luta de meu pai, assim como foram intensas todas as suas alegrias. Isso me fez a pensar nas tantas pessoas que abandonam seus pais, que não se importam com eles na velhice, quando eles invertem suas necessidades, quando deixam de ser úteis e passam a ter que ser cuidados, quando necessitam de um olhar mais atento, de delicadezas mais apuradas para suas dores, seus esquecimentos, seus temores. Como eu gostaria de poder tocar no coração das pessoas que ainda não reconheceram a beleza de ter com elas seus pais, de olhá-los com mais amor, de dedicar à eles mais tempo, mais cuidados.
Olhando no tempo, parece que foi ontem que eu era só uma menina, parecia distante a possibilidade de que a vida me roubasse a possibilidade de suas presenças físicas, mas o tempo é muito mais veloz do que podemos imaginar e, quando se vê, lá se foram... e fica aqui, só uma infinita saudade que não cessa, não diminui, só aumenta. Mas, quando a eles nos dedicamos fica também a consciência tranquila de que abdicamos de nós por eles, como eles por nós o fizeram, fica a intensidade do amor, do convívio, dos olhares, da humanidade que eles ajudaram a construir dentro de nós. 
Se você ainda tem um pai, lembra-te todos os dias de dedicar à ele seu amor, seu carinho, sua atenção, como se fosse este seu último dia. Entenda o envelhecer como a lapidação da jóia mais preciosa que alguém pode ter: a vida! E aproveite cada momento desse privilegiado envelhecimento para aprender a amar, porque de tudo que conquistamos nesse breve existência, a única coisa que nos eterniza é a memória de quem nos ama.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Registro das Participações de Bancas de TC 2015


















Palestra: "Saúde Sexual e HPV"

Eu aprendi, desde pequena, que dividir espaços e oportunidades só nos engrandece. E mais uma vez, só tive certeza disto. Como foi bom dividir mais essa oportunidade de palestrar com vocês meus petianos e petianas do Gepes Mec, vocês são meus orgulhos! Grata à coordenadora do Curso de Pedagogia Dom Bosco Aparecida Da Silva Orrutea pelo convite à mim dirigido, e que estendi ao Gepes, agradeço pela preciosa oportunidade de socializarmos os conhecimentos que adquirimos nessa nossa trajetória profissional e humana. Grata Faculdade Dom Bosco pelo privilégio de atuar nesta Instituição. Sigamos juntos e juntas socializando "confetos" = conhecimentos e afetos! Em especial, meus agradecimentos aos petianos e petianas que aceitaram o desafio que lhes fiz, pela coragem de palestrar comigo. Me emocionei vendo o crescimento e a superação de cada um e cada uma. Paulo Augusto (Licenciatura em Educação Física), André de Souza, Ana Cazionato, Veronica Reis (Pedagogia), Eduardo Benez Direito Faculdade Dom Bosco) e Yeda Alves (Administração), meu agradecimento por suas participações como co-palestrantes. E grata a todos e todas que estavam presentes: discentes e petianos e petianas Daya Silva Zaneti, Paulo Roberto Correia e Marlon Evandro Ferreira Ribeiro . Grata Toni Zaneti pelos preciosos registros fotográficos!
Profa. Dra cláudia Bonfim





























































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