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domingo, 29 de julho de 2012

Dia Mundial da Saúde Sexual no Paraná!

Venha participar deste dia conosco! Entre no blog do evento e confira os detalhes e a programação!


http://diamundialdasaudesexualparana.blogspot.com.br/2012/07/dia-mundial-da-saude-sexual-no-parana.html



sábado, 31 de março de 2012

HPV - eu conto para você e você conta para mais alguém!



Conte pra alguém é uma campanha de saúde cujo principal objetivo é informar e conscientizar a população sobre a necessidade de prevenção e as conseqüências das doenças relacionadas à infecção pelo HPV (papilomavírus humano), um vírus comum que afeta tanto homens quanto mulheres, e que é uma das principais causas de câncer de colo do útero. 
Então vamos espalhar esta idéia? Eu Cláudia Bonfim conto para você e você se compromete a contar para mais alguém, conto com você ok?

Acompanhe o post  na versão textual ou na versão em áudio abaixo e conte para mais alguém. 




Embora pouco conhecido pela população brasileira, o Papilomavirus Humano (HPV) se destaca como uma das doenças sexualmente transmissíveis (DST) mais comuns no mundo - uma em cada cinco mulheres é portadora do vírus. O Ministério da Saúde registra a cada ano 137 mil novos casos no país. Os especialistas chamam a atenção para o desenvolvimento da doença, responsável por 90% dos casos de câncer de colo de útero.  O Brasil lamentavelmente é um dos líderes mundiais em incidência de HPV. As vítimas preferenciais são mulheres entre 15 e 25 anos, embora a doença também acometa os homens. Especialistas acreditam que o número menor de registros entre pessoas do sexo masculino tenha como origem a baixa procura dos homens por serviços de urologia, por fatores como o preconceito ou a falta de informação. 





O HPV inclui um grupo de mais de 100 tipos de vírus. A única forma visível da doença provocada por esse microorganismo são verrugas, também conhecidas como "crista de galo", que aparecem nas regiões genitais de homens e mulheres. No entanto, só os tipos mais suaves do HPV desenvolvem tais sintomas. O que mostra a importância dos exames preventivos que têm a capacidade de detectar as lesões que antecedem o câncer, o que facilita o tratamento. Para evitar que a contaminação pelo HPV se transforme em câncer, é fundamental que as mulheres se submetam ao exame Papanicolaou regularmente. O Ministério da Saúde também recomenda visitas freqüentes a ginecologistas, para prevenção de doenças relacionadas à sexualidade e à reprodução. Alguns fatores aumentam a probabilidade de desenvolvimento desse câncer em mulheres infectadas pelo HPV. Entre eles, estão o número elevado de gestações, o uso de contraceptivos orais, tabagismo e infecção pelo HIV e outras DST. Se a alteração nos genitais for discreta, será percebida apenas através de exames específicos. Se forem mais graves, as células infectadas pelo vírus podem perder os controles naturais sobre o processo de multiplicação, invadir os tecidos vizinhos e formar um tumor maligno como o câncer do colo do útero e do pênis.



O HPV é transmitido pelo contato genital com a pessoa infectada (incluindo sexo oral) e por via sangüínea, de mãe para filho na hora do parto. Na maioria das vezes, a infecção é transitória e desaparece sem deixar vestígios. Por isso, quando se realiza o diagnóstico, não se consegue saber se a infecção é recente ou antiga. 

 Vale ressaltar que o uso da camisinha diminui a possibilidade de transmissão na relação sexual. "Mas como essa infecção depende apenas do contato com a pele e não necessariamente da penetração, é importante o uso do preservativo desde o início da relação sexual".


Outro tipo de câncer que pode ser causado pelo HPV é o câncer bucal,  a atriz Caroline Bittencourt é a madrinha da iniciativa da Campanha Nacional do Autoexame contra o Câncer de Boca “Sorria para si mesmo". Segundo a assessoria da campanha,  este é o 5º tipo mais comum de câncer entre os homens, causado principalmente pelo cigarro, álcool e o vírus HPV. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2010 foram14.120 novos casos, dos quais 10.330 em homens e 3.790 em mulheres.




 Fique atento! E fixe esta informação!
    Tratamento

O vírus do HPV pode ser eliminado espontaneamente, sem que a pessoa sequer saiba que estava infectada. Uma vez feito o diagnóstico, porém, o tratamento pode ser clínico (com medicamentos) ou cirúrgico: cauterização química, eletrocauterização, crioterapia, laser ou cirurgia convencional em casos de câncer instalado.
Recomendações

* Lembre-se que o uso do preservativo é medida indispensável de saúde e higiene não só contra a infecção pelo HPV, mas como prevenção para todas as outras doenças sexualmente transmissíveis;

* Saiba que o HPV pode ser transmitido na prática de sexo oral;

* Vida sexual mais livre e multiplicidade de parceiros implicam eventuais riscos que exigem maiores cuidados preventivos;

* Informe seu parceiro/a se o resultado de seu exame para HPV for positivo. Ambos precisam de tratamento;

* Parto normal não é indicado para gestantes portadoras do HPV com lesões genitais em atividade;

* Consulte regularmente o ginecologista e faça os exames prescritos a partir do início da vida sexual. Não se descuide. Diagnóstico e tratamento precoce sempre contam pontos a favor do paciente.
Serviço:

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece exames gratuitos à população para detecção do vírus. Além do HPV, o SUS garante tratamento contra aids, sífilis, gonorréia e outras DST. 
Para saber onde fazer o exame visite o site: www.aids.gov.br. Basta clicar em  "diagnóstico", "outras DST", "como saber se tenho"; procure o estado e clique em "pesquisar". O usuário encontrará uma lista com a localização dos postos de saúde especializados no tratamento de DST.

Você também pode ter acesso a informações pelo número do Disque Saúde (0800 61 1997). A ligação é gratuita. 


Fontes informativas sobre o HPV: 

http://portal.saude.gov.br/



domingo, 26 de dezembro de 2010

Fantasias Sexuais são saudáveis? Até que ponto podemos considerá-las normais?

Olá queridos leitores e seguidores do nosso Blog, espero que o natal de vocês tenha sido repleto de paz, amor, alegria e que isto se estenda para o novo ano que está para nascer.
Antes de irmos ao post de hoje quero enviar meus abraços de hoje que vão para a Fabiana Souza da Fazenda Pilar, que me enviou um email muito carinhoso, Fabiana um grande abraço para você e obrigada pelo carinho. E também para o Henrique Levy, ex-professor da Universidade Federal de Pernambuco pelo imenso apreço pelo nosso trabalho. E como sempre um abraço a todos vocês que por aqui passarem.
Continuando nossa reflexão sobre fantasias eróticas, vamos à nossa questão pendente:
Quando podemos dizer que uma fantasia erótica é saudável, normal?
 Vamos ao post.
 Fantasiar é saudável e normal, inclusive estimular a fantasia é uma forma utilizada por alguns terapeutas para aumentar a libido, induzir ou potencializar o desejo sexual e melhorar algumas disfunções. Fantasiar contribui para o reconhecimento de nosso próprio corpo, o que  acontece especialmente na masturbação. Podem aumentar o desejo sexual  e estimular o desejo de nosso parceiro (a).
 Mas, a maioria das fantasias podem e devem ser vivenciadas? E como saber se elas são saudáveis ou normais? E quais são as maneiras mais utilizadas pelas pessoas para estimularem-se sexualmente? 
 Precisamos ressaltar que, quando superamos alguns dogmas, tabus e preconceitos conseguimos ultrapassar alguns limites morais e sociais, e ainda assim, elas podem ser normais e saudáveis. Porém, o que elas não devem é ultrapassar, nossos limites éticos, pois dessa forma poderiam trazer sentimentos negativos, como culpa, medo e colocar em risco não apenas nossa saúde mental como física, exemplo, elas deixam de ser saudáveis, quando tornam-se obsessivas,  ou quando ignoram os limites do parceiro, ou envolvem riscos de saúde, como contrair as DST´s, a AIDS, etc.
 Ouça o áudio e acompanhe os esclarecimentos da Profa. Dra Cláudia Bonfim sobre estas questões, na íntegra.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

I Ciclo de Palestras: Sexualidade, Educação e Saúde Sexual




Depois de alguns dias de ausência no nosso cantinho, sentida e declarada pelo nosso querido leitor e seguidor Gilmar, que se deu por dois motivos nobres, primeiro porque nesta semana recebemos uma comissão do MEC na Faculdade Dom Bosco para o reconhecimento do Curso de Administração e segundo porque estávamos envolvidos na organização e coordenação do I Ciclo de Palestras sobre Sexualidade, Educação e Saúde Sexual da Faculdade Dom Bosco que, inclusive é o tema do nosso post de hoje, vamos a ele...

Nossa paixão pela sexualidade nos motiva a lutar pela implementação de uma Educação Sexual Emancipatória pautada numa exigência ética, estética e política almejando a formação de uma vivência autônoma e crítica da sexualidade. Por isso, lutamos por uma formação docente para a educação sexual nas escolas, para que possamos elevar a qualidade das intervenções sobre a temática da sexualidade. O que visualizamos hoje são crianças, jovens e adultos com informações pautadas na visão senso-comum, condicionados pela mídia, pela sociedade capitalista que os induzem a uma sexualidade: reducionista, instintiva, mercantilista, consumista e quantitativa.

As pessoas hoje têm acesso fácil às informações sobre sexo, mas visões limitadas e distorcidas sobre a sexualidade, como já dissemos em outro momento, há uma grande diferença entre informar e formar, informar, educar e conscientizar. Acreditamos que o caminho para mudarmos este cenário de crise social sexual só pode se dar por pelo viés de um processo de emancipação. Ou seja, a superação das visões e comportamentos a que fomos condicionados e somos ainda condicionados pela cultura, pela sociedade, através da superação de: preconceitos, tabus e valores arraigados culturalmente (seja em relação ao gênero ou em relação ao reducionismo corporal da sexualidade) disseminados pela sociedade vigente.

Acreditamos ainda, que para isso, faz-se necessários criar espaços de diálogos e debates sobre a temática da sexualidade na academia e na sociedade para que esse processo se efetive. E especialmente por esse motivo nasce a idéia da realização deste I Ciclo de Palestras sobre Sexualidade, Educação e Saúde Sexual da Faculdade Dom Bosco, com o apoio da Abrades e do PAM-Programa de Ação e Metas – Projeto de combate à DST e AIDS da Prefeitura.

Quero agradecer a direção da Faculdade Dom Bosco que nos incentivou e apoiou na realização deste evento, e a participação de todos os inscritos que atingiram o número que foi limitado nas inscrições devido ao espaço físico disponível.

Tivemos uma excelente tarde de aprendizado e trabalhos, onde fomos agraciados com as palestras dos meus colegas da Faculdade Dom Bosco Prof. Dr. João Ricardo Anastácio da Silva, Profa. Esp. Marlene Vitória Bíscaro, com a participação generosa da Enfermeira Cristiane Bressam, que nos brindaram com suas falas neste I Ciclo, a eles meu agradecimento especial, por atenderem prontamente ao nosso convite de maneira voluntária, pela nobreza da ação em pleno sábado, e ainda ressaltar a presença carinhosa do Professores Mestres Élson e Fernanda, da secretária da instituição Michélle e de uma das sócias-diretoras da Faculdade Dom Bosco Regina, que estavam humildemente entre os participantes do curso. Nosso muito obrigado de coração a todos que lá estiveram pela brilhante participação e pelo sucesso do evento que certamente só foi possível com a presença de todos. Faz-se ainda necessário ressaltar e agradecer a todos os participantes entre alunos e comunidade externa que se fizeram presentes em todas as palestras e na oficina que era para terminar às 17h, mas se estendeu até às 18h com a anuência de todo o grupo presente que participou com alegria e satisfação de todas as atividades.

Em tempos de uma sexualidade deserotizada, genitalista, quantitativa, mecânica e instintiva, precisamos superar o exibicionismo dos corpos belos pela afetividade dos belos corpos (ideias), buscando uma sexualidade pautada no respeito por si e pelo outro, pela afetividade, por relações qualitativas e éticas, não moralistas nem repressivas, mas plenas de significações subjetivas, para além de físico-corporais, ou seja, uma sexualidade não apenas constituída de impulsos e instintos do corpo, mas de desejos e afetos da alma. E para isso, educadores, pais, enfim a sociedade precisa compreender a própria sexualidade, superar suas limitações e engendrar suas possibilidades, pois consideramos que “ninguém será plenamente feliz, se não for “eroticamente” realizado”.

Essas possibilidades éticas e idealizações pedagógicas somente serão realizadas, se assumirmos o pressuposto de uma sociedade que supere a dominação, a exploração do homem pelo homem, o afã do lucro e da produção, para dar lugar à isonomia, ao amor e solidariedade, à justiça e ao reconhecimento de nossa natureza dialógica. Essas disposições somente serão possíveis num horizonte para além do capital e seus derivados culturais, seus estigmas e divisões, numa sociedade socialista, emancipatória e eroticamente nova.

Espera-se que a Educação Sexual Emancipatória, na família e nas escolas, possa ser delineada, procurando contribuir para outra perspectiva de Educação capaz de atentar efetivamente para a compreensão da vida em sua totalidade. Tomamos a liberdade de pedir a permissão da ciência e a generosa anuência dos leitores para, nos parágrafos finais deste estudo, deixar o corpo inteiro da pesquisadora falar, pois sexualidade envolve o nosso corpo todo e não seria coerente descurar dessa totalidade. Permitam-me também divagar, poetizar sobre as faces e interfaces da sexualidade, sobre a beleza suprema do amor. Desnudem suas almas nesse momento e sintam cada expressão que a sexualidade pode ter em nossas vidas.

Convidamos todos a participarem desta luta por educação sexual emancipatória nos ajudando assim a produzir práticas diferenciadas na construção da vivência de uma sexualidade livre de pudores, repressões, dogmas, preconceitos e tabus, mas acima de tudo responsável afetiva e corporalmente, buscando uma vivência prazerosa e plena da sexualidade.

E já atendendo ao pedido dos presentes declaramos que em breve estaremos planejando o II ciclo de palestras sobre Sexualidade, Educação e Saúde Sexual aprofundando alguns dos temas do I ciclo e abordando outras temáticas da sexualidade.

Abaixo alguns flashes do evento que contou com os seguintes palestrantes e temas:

Direito Sexual e Prazeres Sexuais Criminosos – Prof. Dr. João Ricardo Anastácio da Silva
          Educação Afetivo-Sexual – Profa. Dra Cláudia Bonfim
Prevenção e Métodos – Enfermeira Cristiane Bressan
                    Corpo e Consciência Corporal – Prof. Esp. Marlene Vitória Bíscaro
          Oficina de Criatividade Erótica – Profa. Dra Cláudia Bonfim










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